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Novembro/2011
Curso de Especialização: Ensino e Aprendizagem da Língua Japonesa como Língua Estrangeira
Período: 2011/2012
Público alvo:
1-professores de Língua japonesa na ativa , vinculados a alguma instituição de ensino público
2- Graduados em letras, com habilitação em Japonês
3- Graduados em letras outra habilitação
4-Graduados em geral, com aprovação no nível 3 do Exame de Proficiência de Língua Japonesa
Inscrição:
Documentos e prioridades de matrícula consultar na página http://sce.fflch.usp.br |
Setembro/2011
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O Simpósio “Estudos Japoneses na América Latina – Tendências, Perspectivas e Projetos Conjuntos” reunirá professores e pesquisadores do Brasil, de diversos outros países latino-americanos e do Japão para debaterem o desenvolvimento contemporâneo das pesquisas sobre o Japão nas áreas de tradução, ensino do Japonês, religião, imigração, tecnologia de informação e relações internacionais, com mesas compostas por pesquisadores brasileiros e estrangeiros. Essa variedade tem como objetivo proporcionar e enriquecer as discussões.
Além das exposições de professores seniores há uma seção para jovens pesquisadores para o qual serão selecionadas dissertações e/ou teses defendidas recentemente sobre os Estudos Japoneses-Ponto de Encontro. Além disso, alunos de pós-graduação e graduação apresentarão painéis com resultados de suas pesquisas.
O Simpósio é importante pelo que representam os países asiáticos no mundo contemporâneo e pela necessidade de produção de conhecimento próprio brasileiro a respeito destes temas.
O “Ponto de Encontro” e a exposição de painéis são os espaços reservados aos novos pesquisadores, que recentemente defenderam suas teses e dissertações, assim como dos alunos que atualmente desenvolvem seus projetos.
Abaixo segue a programação do evento:
PROGRAMAÇÃO
27 de setembro, terça-feira |
8h00 Credenciamento |
9h00-9h30 Abertura |
9h30-12h30 Painel
Educação dos nikkeis no contexto escolar e linguístico
Coord: Laura Tey Murakami
Leiko Matsubara Morales (Universidade de São Paulo) - Moderadora
Maria Emiko Suzuki (Universidade de Campinas)
Hiromi Shibata (Universidade Paulista)
Cheiron Mcmahill (Daitou Bunka University/Japão) |
14h00-17h30 Painel
O papel do tradutor e as diferenças que enriquecem as culturas envolvidas no processo tradutório
Coord: Shirlei Lica I. Hashimoto
Neide Hissae Nagae (Universidade de são Paulo) – Moderadora
Andrea Gomes Santiago Tomita (Faculdade Messiânica)
Philippe R. M. Humblé (Erasmus University College em Bruxelas/Bélgica) |
17h30-19h00 LANÇAMENTO DE LIVROS |
19h00-21h00 Conferência
“Modern Japan in World History”
Shinichi Kitaoka (University of Tokyo) |
28 de setembro, quarta |
9h00-11h30 Painel
Pesquisas sobre Religiosidade Japonesa no Japão e na América Latina
Coord: Madalena N. H. Cordaro
Ronan Alves Pereira (Universidade de Brasília) – Moderador
Liliana Daris Garcia (Universidad del Salvador/Argentina)
Rafael Shoji (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo) |
13h00-14h00 SESSÃO DE PÔSTERES |
14h00-17h30 Painel
O papel dos países no mundo podem afetar as relações acadêmicas e de parceria
Coord: Silvio Miyazaki
Alexandre R. Uehara (Faculdades Integradas Rio Branco) – Moderador
Shinichi Kitaoka (University of Tokyo)
Juan J. R. Bonilla (El Colegio de México)
Masato Ninomiya (Universidade de São Paulo) |
18h00-19h00 ASSEMBLEIA DA ABEJ |
19h00-21h00 PONTO DE ENCONTRO |
29 de setembro, quinta |
8h30-11h30 Painel
A revolução tecnológica impacta também os estudos japoneses
Eliza Atsuko Tashiro-Perez (Universidade de São Paulo) - Moderadora
Masayuki Toyoshima (Tokyo University of Foreign Studies/Japão)
Maurício Martinez (Pesquisador autônomo/Colômbia)
Michiko Nishishima Tanaka (El Colegio de México) |
13h00-14h00 SESSÃO DE PÔSTERES |
14h00-18h00 Painel
Japonesidades múltiplas - alternativas à identidade e às fronteiras étnicas
Victor H. M. K. da Silva (Universidade Federal de São Carlos) – Moderador
Igor José de Renó Machado (Universidade Federal São Carlos)
Francisco Rodrigues da Silva Neto (Universidade Federal do Pará)
Lili Kawamura (Universidade de Campinas)
Marcela Inez Mendez Vazquez (El Colegio de México) |
18h00-20h00 CONFRATERNIZAÇÃO |
19h00- 21h00 PONTO DE ENCONTRO |
Promoção:

Apoio:

Patrocínio:

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Maio/2011
Evento na UECE/UFC conta com participação de membros da ABEJ
Foi realizado nos dias 3 a 6 de maio o III Encontro Brasil-Japão, dentro das programações do VIII Encontro de Humanidades da UECE (Universidade Estadual do Ceará) / UFC (Universidade Federal do Ceará). Com o intuito de refletir sobre a criação de Curso de Graduação em Língua e Cultura Japonesa na UECE e divulgar a Língua e Cultura Japonesa no âmbito acadêmico de ambas as universidades, o evento contou com workshops sobre Caligrafia, Culinária, Cultura Pop Japonesa e Taiko (tambores japoneses), além de palestras de professores e associados da ABEJ, que foram as seguintes:
“Descrição do Japonês pelos Missionários Europeus nos séculos XVI a XVIII” por Eliza Atsuko Tashiro Perez (USP)
“Pesquisar a Linguística Aplicada no Brasil” por Leiko Matsubara Morales (USP)
“Investimentos Japoneses no Brasil” por Mário Henrique Ogasawara(UNIFOR)
“Haikai de Luís Antônio Pimentel” por Sônia Longhi Ninomiya (UFRJ)

O Curso de Japonês do Núcleo de Línguas Estrangeiras da UECE completa 18 anos, e tem atraído cada vez mais atenção, tanto pelo curso em si, como pela atuação de seus professores, liderados pela Profa. Laura Tey Iwakami, e alunos em eventos, encontros, seminários, cursos e concursos. A entidade tem também com o apoio logístico da Fundação Japão e da JICA, por meio do Programa de apoio de professores voluntários. O Curso conta com um recém-criado Grupo de Professores e Monitores que procura treinar e qualificar seus próprios professores, além de importante vínculo com Programa de Pós-Graduação em Lingüística Aplicada da UECE.

A meta daqui em diante é a estruturação do Curso de Graduação em Língua e Cultura Japonesa na UECE, visando tanto formar professores qualificados no ensino do Japonês, como também profissionais capazes de atender ao fluxo de turistas, visitantes ou técnicos que necessitarão de intérpretes. |
Março/2011
Palestras na Universidade Federal de Pernambuco (18/03/2011)
Século XXI: Inserção Econômica Internacional do Japão e Oportunidades para o Brasil
Alexandre Ratsuo Uehara
Faculdades Integradas Rio Branco
O século XXI e suas transformações trouxeram dificuldades e oportunidades de aproximações. É necessário que ambos entendam seus interesses e busquem atuar conjuntamente para alcançar os que sejam convergentes. A proposta da apresentação é observar que há possibilidades de intensificação das relações nipo-brasileiras neste início de século, mas que elas não podem ser restritas aos tradicionais interesses complementares, sejam eles sociais ou econômicos. Considera-se necessária uma reavaliação das relações, para que se aproveite a experiência da história de relacionamento e, com isso, identifiquem-se novos interesses mútuos que possam gerar cooperação, ações conjuntas e benefícios mútuos, tanto em termos econômico-comerciais como políticos.
Alexandre Ratsuo Uehara
Mestre (1995) e Doutor em Ciência Política pela Universidade de São Paulo (2001). No Japão foi pesquisador visitante na Universidade Keio (1993) e na Universidade Sophia (1999-2000). Atualmente é coordenador e professor do curso de Relações Internacionais das Faculdades Integradas Rio Branco (FRB), Membro do Grupo de Análise da Conjuntura Internacional/USP, responsável pela área temática Japão; Pesquisador do Núcleo de Pesquisa em Relações Internacionais da USP; Vice-Presidente da Associação Brasileira de Estudos Japoneses. Tem desenvolvido pesquisas sobre questões asiáticas envolvendo temas de integração econômica e relacionamentos regionais, envolvendo particularmente o Japão, a China, Coréia do Sul e Taiwan. Atuou como analista político-econômico da Japan External Trade Organization (JETRO) de 2000 a 2007.
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Linguagem e escrita japonesa – um processo de adaptação em busca de uma autonomia
Laura Tey Iwakami
Universidade Estadual do Ceará
Na passagem do Ideograma chinês para o Japão há um processo bastante complexo de adaptação, pois encontra, nas terras japonesas, um povo de cultura oral e de língua cuja estrutura é diferenciada da chinesa. No entanto, nesse processo de adaptação, os japoneses vão encontrando uma forma particular de comunicação escrita. A sistematização da escrita japonesa representa o resultado desse processo, em que se buscou uma forma própria de comunicação, uma autonomia e uma identificação com a cultura e língua japonesa. A escrita japonesa assume, na contemporaneidade, características híbridas em cujo sistema convivem dois subsistemas fonossilábicos, a escrita ideogramática e a escrita românica (o alfabeto) incluindo a grafia numérica ocidental e sinais e pontuação.
Proposta de workshop:
A poesia haiku – o signo dos sentidos
Uma das manifestações escritas da cultura japonesa é o HAIKU, cuja forma característica é a brevidade. Resumidos em dezessete sílabas distribuídos em três versos, o haiku presentifica a sensação do poeta provocada pelo objeto, situado em determinado momento. Assim, o caráter icônico da imagem e das sensações do poeta é sintonizado pelo leitor-receptor que poderá perceber novas sensações e possibilidades interpretativas.
O workshop consistirá em uma breve exposição sobre o conceito de haiku e suas características, mostrando um haiku bastante conhecido de Matsuo Bashô e algumas experiências brasileiras em Língua Portuguesa. Finalizando, convidaremos os participantes a exercitarem suas percepções em forma poética.
Laura Tey Iwakami
Bacharel e licenciada em língua e literatura francesa e vernácula pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo; é Mestre e Doutora em Comunicação e Semiótica pela mesma Universidade.em cujo Programa pesquisou sobre a evolução da escrita japonesa. Professora Adjunta da Universidade Estadual do Ceará – departamento de Letras, Graduação e Mestrado em Lingüística Aplicada. Na mesma Universidade, exerce também a função de Coordenadora do Curso de Extensão em Língua Japonesa do Núcleo de Línguas Estrangeiras da UECE. Atualmente desenvolve Projeto de Pesquisa sobre Formação de Professores de Japonês do Curso de Japonês da UECE e orienta mestrandos que pesquisam sobre ensino de Língua Japonesa através do livro didático e da tradução. |
Diario do Abax’o Piques e a coluna“Taka-shumbo shimbum”
Lica Hashimoto
FFLCH-USP
O jornal semanal Diario do Abax’o Piques (SP,1933) assinado por Juó Bananére, pseudônimo de Alexandre Ribeiro Marcondes Machado (1892-1933), segue o traço de humor, característicos de textos macarrônicos, em que se emprega uma linguagem coloquial, não convencional, que imita as singularidades sonoras de não nacionais quando estes são forçados a se expressarem em português.
O Diario do Abax’o Piques se caracterizou por trazer farta colaboração em macarrônicos diversos e contava − além dos textos de Juó Bananére, em macarrônico do italiano − com várias seções como os “Pilhetinhes do Zante Gatrin”, assinados pelo alemão Franz; a folha nipo-brasileira “Taka-shumbo shimbum”, dirigida por Tebato Nakara e secretariada por Kozi Montêlo; o “Diario du Avaix’o Piques”, do português Pacheco d’Eça; e alguns textos escritos pelo turco Salin Gamons (que escrevia em uma mistura de árabe, armênio e ídiche).
Neste trabalho, destacamos duas crônicas publicadas em 18 de maio de 1933 (ano I, no. 3, página 07) e 01 de junho de 1933 (ano I, no. 5, página 08) que, à partir da língua macarrônica, desenvolve uma maneira particular de abordar diversos assuntos políticos, sociais e culturais que envolvem os imigrantes japoneses na cidade de São Paulo, em particular em 1933, ano em que se comemorava os 25 anos da imigração japonesa no Brasil.
Literatura Japonesa
Lica Hashimoto
FFLCH-USP
A efígie que estampou a nota de mil ienes de 1984 a 2004 era de Natsume Sôseki (1867-1916), um dos escritores mais populares e lidos no Japão. Autor, dentre outros, de 14 romances, sua produção literária é pautada em dois fatores que considerava essenciais em sua obra: o conhecimento e a emotividade.
A proposta deste workshop é apresentar o romance psicológico Sorekara (E então..., 1909), de Natsume Sôseki, – ainda inédito em língua portuguesa – e, à partir de trechos selecionados, preencher algumas lacunas deixadas pela história oficial desse período conhecido como Meiji (1868-1912). Convidamos o leitor para uma viagem através do tempo e, através dos personagens que ganham voz nessa obra, conhecer o cotidiano desta época em que a sociedade moderna no Japão, centrada na burguesia citadina, abolia o sistema de classes e adotava uma nova política pautada na consolidação de uma democracia liberal e por uma economia capitalista, frente às pressões de países ocidentais, movidos pelos ideais mercantilistas.
O workshop será dividido em três partes: a primeira é expositiva: biografia do autor, resumo da obra Sorekara e algumas características literárias específicas desta obra. Na segunda parte, faremos uma relação entre a história do período Meiji e alguns dos temas desenvolvidos na obra através da leitura de trechos selecionados. Na terceira e última parte, vamos abrir a discussão para os participantes contribuírem com suas experiências e pontos de vista, abrindo novas perspectivas de reflexão sobre o “eu” no mundo contemporâneo.
Lica Hashimoto
Graduada em Letras Japonês e Português pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP). Especialização em Língua e Cultura Japonesa pela Waseda University, de Tóquio; mestre em língua Japonesa pelo Programa de Pós-Graduação em Língua, Literatura e Cultura Japonesa pela USP. Atualmente é professora assistente do Departamento de Letras Orientais (Letras Japonês) e doutoranda em Literatura Brasileira pela mesma Universidade.
Co-autora do Curso Básico de Língua Japonesa, (06 volumes) e apresentadora do Curso online de Japonês do dia-a-dia, da Aliança Cultural Brasil Japão. Pesquisadora de assuntos relacionados à Literatura Japonesa e Brasileira. Coordenou a coleção Contos e Lendas do Folclore Brasileiro, formada por dez livros, edição bilíngue, com áudio book, publicado pela International Press japan Co, de Tóquio (2007) e traduziu várias obras literárias do japonês, dentre as quais, as mais recentes são: Após o anoitecer, de Haruki Murakami (2010) e Um grito de amor do centro do mundo, de Kyoichi Katayama (2011), ambos pela editora Alfaguara. Desenvolve projetos nas áreas de Lingüística e Literatura Japonesa.
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A trajetória dos Investimentos de Empresas Japonesas no Brasil
Prof. Mário Henrique Ogasavara, Ph.D.
Universidade de Fortaleza (Unifor)
O ano de 2008 foi celebrado o centenário da imigração japonesa no Brasil. Em 2011 será celebrado mais um centenário Brasil-Japão: o centenário dos investimentos diretos japoneses no território brasileiro. Os primeiros investimentos foram na agricultura e na indústria têxtil e já a partir dos anos de 1930 em dinâmicos setores comerciais, de serviços e bancários. Desde então os investimentos diretos japoneses acompanharam o desenvolvimento industrial brasileiro e dele participaram ativamente em diversos momentos. Esta apresentação tem o intuito de mostrar a trajetória de investimentos de empresas japonesas no Brasil e suas perspectivas para o presente século.
Atualmente é Professor Adjunto do Programa de Pós-Graduação em Administração (PPGA) da Universidade de Fortaleza (Unifor). Realizousua pós-graduação no Japão com bolsa Mombukagakusho do Governo Japonês, concluindo o MBA (Master of Business Administration - 2003) e Doutorado (Ph.D. in Management - 2006) ambos na Universidade de Tsukuba. Realizou o pós-doutorado pela NationalUniversityof Singapore (Cingapura) no DepartmentofJapaneseStudies, sub-area Business (2006-2008) onde desenvolveu atividades de pesquisa e docência. Realizou também o pós-Doutorado na Universidade de Brasília (UnB) no Departamento de Administração (2008-2009) atuando como pesquisador colaborador para desenvolver atividade de pesquisa relacionada com a experiência de internacionalização de empresas brasileiras e do leste asiático.
Os resultados de pesquisas foram apresentados em diversas conferências internacionais como da AoM (Academy of Management), AIB (Academy of International Business), AJBS (Association of Japanese Business Studies), EAMSA (Euro-Asia Management Studies Association), JAIBS (Japan Academy of International Business Studies), JAAS (Japan Association of Administrative Science), JSAA (Japanese Studies Association of Australia), SGBED (Society for Global Business and Economic Development), entre outros. Seus trabalhos foram publicados em periódicos acadêmicos internacionais como Japan and the World Economy (Elsevier, 2007), Asian Business & Management (Palgrave Macmillan, 2008), Review of Quantitative Finance and Accounting (Springer, 2009), Brazilian Administration Review (ANPAD, 2010), além de capítulos de livros: Foreign Direct Investment editado por Harrison G. Blaine (Nova Science Publishers, 2009) e Japão e América Latina - Economia, Estratégia e Política Externa editado por Henrique Altemani de Oliveira (Juruá Editora, 2011).
CV Lattes: http://lattes.cnpq.br/7985065366684340 |
2010
Agosto/2010
ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA
(10/08/10)
Prezados Associados,
Vimos, por meio da presente, convocá-los para a Assembléia Geral Ordinária da Associação Brasileira de Estudos Japoneses – ABEJ, que será realizada no dia 26 de agosto de 2010, às 18h30, no prédio da FINATEC, da Universidade de Brasília, localizada no Campus Universitário Darcy Ribeiro, Brasília/DF.
Conforme previsão estatutária, será discutida e deliberada a seguinte Ordem do Dia:
1) Balanço Financeiro de 2009
2) Relatório de Atividades de 2009
3) Eleição da Diretoria e do Conselho Fiscal (mandato: 01/10/2010-30/09/2012)
Observações:
i. Não poderão se candidatar os membros do Conselho Deliberativo (com mandatos até a AGO de 2011), exceto se decidirem renunciar ao cargo, o que poderá ser feito no dia da Assembléia, realizada a respectiva substituição. O Conselho Deliberativo atual é composto por: Diego Barbosa da Silva, Emiko Suzuki, Junko Ota, Leiko Matsubara Morales, Maria Fusako Tomimatsu, Ronan Alves Pereira e Yuko Takano.
ii. Para que o procurador do Associado possa representá-lo na Assembléia, é necessário estar munido de procuração específica para o ato, com firma reconhecida e com poderes expressos para votar e/ou ser votado.
Atenciosamente,
Eliza A.T. Perez, Presidente
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Maio/2010
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LANÇAMENTO!
(06/05/2010)
Olá, amigos da ABEJ! Sou Elisângela Ramos Leite, professora de língua japonesa e autora do livro “Estudante de japonês?! Eu?! Memórias de uma universitária”. Penso que o livro seja interessante para alunos, professores e todos que apreciam a língua e a cultura
japonesas. A obra narra minhas experiências enquanto estudante de língua japonesa da Universidade Federal do Rio de Janeiro (de 1996 a 2000).
Descreve os motivos pelos quais tranquei o curso de inglês, por que razão eu decidi estudar japonês e como me tornei uma estudante de língua japonesa sem nunca antes ter pensado em tal possibilidade. Relato o contato com o povo japonês, os costumes japoneses, a minha viagem ao Japão para participar de um Congresso de Estudantes, o ambiente universitário, a importância dos professores na minha formação intelectual, os amigos... Está imperdível! Vale a pena conferir! Os interessados em adquirir um exemplar podem obtê-lo no CBLJ (Centro Brasileiro de Língua Japonesa).
Um abraço.
Elisângela Leite. |
Abril/2010
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CONCURSO PARA PROFESSOR DE LÍNGUA JAPONESA
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
Inscrições: 15 de março a 15 de abril de 2010
Editorial
Rua São franciso Xavier, 524 -11º andar - Bloco B - Sala 11020 - Maracanã - RJ.
De segunda à sexta-feira, das 9 às 19 horas, na secretaria do departamento
Tel: (21) 2334-0834
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Março/2010
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PALESTRA COM A PROFESSORA
GENY WAKISAKA
Terça-feira (09/03/10): Man'yôshu no shôkai
Quinta-feira (11/03/10): Man'yôshu no shi
Horário: 15h00 às 16h30
Local: Fundação Japão
2o andar
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Janeiro/2010
ASTRO BOY ESTREIA NO BRASIL - DIA 22 DE JANEIRO

Criado em 1951 por Osamu Tezuka, seis anos depois de a bomba atômica ser lançada sobre o Japão, Astro Boy, a princípio na forma de mangá, sobreviveu a diversas mudanças ao longo dos anos. Passou pela televisão, em preto e branco e depois em cores, até chegar a essa animação norte-americana, dirigida por David Bowers.
A história se passa num futuro determinado, quando a Terra se tornou um depósito de sucata - de robôs e peças que não funcionam mais - enquanto as pessoas ricas moram numa pequena ilha que flutua acima do planeta.
Em suas aventuras, Astro Boy vem para a Terra devastada, onde robôs e humanos não vivem em harmonia. Um grupo das máquinas prega a Robolução - uma espécie de revolução comunista liderada por robôs. Nem tudo é o que parece ser. Alguns humanos podem ser amigos, outros, nem tanto.
Voltado para crianças pequenas, "Astro Boy" aposta numa história bastante movimentada e numa animação bem colorida.
| fonte: Reuteurs/Brasil Online |
Para assistir ao trailer do filme, clique na imagem abaixo:
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Hideko Honma é graduada pela Faculdade de Belas Artes de São Paulo e Mestre pela Faculdade de Comunicação e Artes da USP. Cursou o Arita College of Ceramics no Japão onde tomou contato com as técnicas da famosa cerâmica da região de Arita, e aprimorou as suas habilidades nessa arte. Lecionou as disciplinas de Estética e História da Arte na Faculdade Santa Marcelina e realizou monitoria e montagem em Bienais Internacionais em São Paulo.
Com sua vasta experiência na área artística, ministra cursos e workshops em seu atelier, e também a convite de diversas instituições divulgando a arte da cerâmica. Confeccionou 1240 peças utilizadas num jantar oferecido a Sua Alteza Imperial, Príncipe Naruhito, por ocasião de sua visita ao Brasil para comemorações do Centenário da Imigração Japonesa no Brasil em 2008. Promove, juntamente com chefs renomados, o evento beneficente, o Sukiyaki do Bem, em prol de entidades assistenciais.
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CENAS DA INFÂNCIA: 60 ANOS PÓS-GUERRA NO JAPÃO
RECORTES NO TEMPO E NO ESPAÇO DO JAPÃO SERÃO APRESENTADOS EM 100 PEÇAS FOTOGRÁFICAS PELA PRIMEIRA VEZ NO BRASIL
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Mostra “Cenas da infância: 60 anos pós-guerra no Japão”
Mostra digital de fotografias de Haruo Ohara |
Data: 04 a 17 de janeiro de 2010
Local: Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social - Bunkyo (Salão Nobre - 2º andar)
Rua São Joaquim, 381 - Liberdade
Horário: Seg a sexta, das 12h às 18h e aos sábados e domingos, das 10h às 18h
Realização: Fundação Japão em São Paulo e Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social - Bunkyo
Apoio: Consulado Geral do Japão em SP, Instituto Moreira Salles, Semp Toshiba e Topan Press
Patrocínio: Fundação Kunito Miyasaka
Informações:
Fundação Japão (11) 3141. 0110 / info@fjsp.org.br
Bunkyo (11) 3208-1755 / atendimento@bunkyo.org.br
Sites: www.fjsp.org.br / www.bunkyo.org.br / http://twitter.com/fjsp
Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social - Bunkyo
Célia Abe Oi – Assessoria de Imprensa
(11) 3208-1755 – celia@bunkyo.org.br
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| ©Ken Domon, The Japan Foundation |
Ciro e Maria, filhos de Haruo, 1950
Local: Chácara Arara, Londrina-PR
Foto: Haruo Ohara / Acervo Instituto Moreira Salles |
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BOLSAS DE ESTUDO MEXT
(10/01/2010)
Estão abertas inscrições das Bolsas MEXT de “Língua e Cultura Japonesa”. Os interessados podem se inscrever para o processo seletivo até o dia 12 de fevereiro (sexta-feira) de 2010.
Para pleitear a bolsa, os requisitos são: nacionalidade brasileira, idade entre 18 e 29 anos em 01/04/2010, estudante universitário do curso de letras (japonês), bom conhecimento da língua japonesa, disponibilidade de embarque na primeira semana de outubro de 2010.
O informativo completo com a documentação necessária e a ficha de inscrição estão disponíveis na nossa homepage:
http://www.sp.br.emb-japan.go.jp/pt/cultura_bolsa1.htm (Língua e Cultura Japonesa).
As dúvidas podem ser esclarecidas pelo telefone:
(11)3254-0100 r. 356
ou através do e-mail: cgjcultural5@arcstar.com.br |
NOSSA EX-ESTAGIÁRIA NO JAPÃO
(08/01/2010)
Confiram a experiência de nossa ex-estagiária, Suzana Naomi Hara, na Universidade de Gunma - Japão.
Suzana está estudando japonês e desenvolvendo pesquisa em Educação Multicultural, com bolsa do Ministério da Educação e Ciências do Japão, desde outubro de 2009.
Diz ela: "As aulas para estrangeiros são puxadas porque os professores nivelam pela maioria, que são os chineses... Aí eu fico correndo atrás, mas estou acompanhando, na medida do possível. O engraçado é que as aulas que peguei da graduação, de Japonês como língua estrangeira e da Yuki sensei são tranquilas. Talvez porque sejam do primeiro ano da faculdade, e os alunos estejam muito perdidos ainda!"

Suzana, ainda mais japonesinha, com kimono |

Desenho dela feito num workshop de pintura japonesa |
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2009
CICLO DE PALESTRAS “JAPÃO FORA DO JAPÃO”
SAKAE MURAKAMI GIROUX
Tema da palestra: A tradição dos teatros kyôgen, nô e kabuki – Japão e França
Dia 24 de agosto, às 19h30
Perfil: Sakae Murakami Giroux é diretora do Departamento de Estudos Japoneses da Universidade de Strasbourg, vice-presidente do Centro Europeu de Estudos Japoneses em Alsácia. Lecionou de 1982 a 95 na Universidade de São Paulo e desde 1995, na Universidade de Strasbourg. Dentre as publicações na língua portuguesa, destacam-se ”Zeami, Cena e Pensamento Nô”, “Kyogen: o teatro cômico do Japão” e “Bunraku, um teatro de bonecos”.
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Palestra: A palestra trata das origens e desenvolvimentos de teatros em questão e considera o kyôgen como um fio condutor do processo de formação de nô e de kabuki. Seja para destacar a harmonia das oposições no nô, seja para introduzir a « mímica » no kabuki, o papel desempenhado pelo kyôgen foi relevante na eficácia teatral dessas artes. Trata igualmente da recepção desses teatros no Ocidente, particularmente na França, e propõe verificar a validade de certas informações ainda atualmente veiculadas.
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MASAHIKO NISHI
Tema da palestra: Os japoneses no Brasil e o símbolo caboclo
Dia 26 de agosto, às 19h30
Perfil: Especialista em literatura comparada, especialmente a polonesa, é professor da Universidade Ritsumei em Kyoto. Esteve no Brasil como professor visitante na Universidade de São Paulo em 2002. O seu enfoque original na América do Sul era a imigração polonesa e judeus do Leste Europeu, o que levou a se interessar pelos próprios imigrantes japoneses. Dentre outras publicações, “Extraterritorial” e “Sekai bungaku no naka no Maihime” (Princesa Mai na Literatura Mundial).
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Palestra: O escritor Toson Shimazaki deparou com a palavra “caboclo” nos intercâmbios realizados com os japoneses do Brasil quando participou do Encontro Internacional de Pen Club em Buenos Aires em 1936. Na época, o “caboclo” correspondia em japonês à palavra “dojin” (nativo), mas Shimazaki sentiu um quê de colonização inserido nesse vocábulo. Na realidade, quando os japoneses retrataram as suas experiências na literatura, ora como japonês, ora como nikkei, não puderam escapar desse símbolo “caboclo”. A “assimilação” dos japoneses no Brasil não só significou o “sucesso” no território brasileiro mas também o desafio da “conquista do desdém caboclo”. Pensa-se sobre a importância da “coisa cabocla” nos cem anos da literatura japonesa no Brasil.
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SHUHEI HOSOKAWA
Tema da palestra: A atividade literária dos isseis no Brasil
Dia 3 de setembro, às 19h30
Perfil: Professor do International Research Center for Japanese Studies, Kyoto. Doutor em Música pela Universidade Nacional de Belas Artes e Música de Tokyo (1989). Sua área de pesquisa inclui história da música no Japão moderno e Cultura Nippo–Brasileira. Autor de “Samba no kuni ni Enka wa Nagareru” (No País do Samba escuta-se Enka), “Cinemaya Burajiru wo iku” (Cinemaya percorre o Brasil) e”Tôki ni arite tsukurumono –Nikkei burajirujin no omoi, kotoba” (O fazer numa terra distante – emoções e palavras dos nikkeis brasileiros).
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Palestra: Brasil tem a maior comunidade japonesa no mundo, caracterizada não somente pelo número de imigrantes, mas também pelo seu longo período de imigração (de 1908 a 1970 aproximadamente, com uma interrupção durante a década de 40). Tais condições proporcionaram o nascimento de uma atividade literária significativa em japonês pelos imigrantes de primeira geração, os isseis. Os primeiros jornais japoneses no Brasil datam de 1915, sete anos após a chegada dos primeiros imigrantes, que continham os haiku escrito pelos leitores. Desde então, nenhum jornal japonês poderia ser publicado sem a criação literária dos seus imigrantes. A palestra trata da história cultural da literatura em língua japonesa no Brasil para refletir sobre a possibilidade de uma «Literatura japonesa no exterior.
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A Fundação Japão junto com a Associação Brasileira de Estudos Japoneses (ABEJ) e a USP (Universidade de São Paulo) organizou um ciclo de palestras em agosto e setembro com especialistas na área de literatura e teatro do Japão e da França.
Foram três encontros realizados nos dias 24 e 26 de agosto, além do dia 3 de setembro, sempre às 19h30, no Espaço Cultural Fundação Japão. O evento teve co-promoção Associação Brasileira de Estudos Japoneses (ABEJ) e Universidade de São Paulo (USP).

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| AS ORIGENS DO INVESTIMENTO JAPONÊS NA ÁSIA COM SÍLVIO MIYAZAKI |
A Fundação Japão juntamente com a Associação Brasileira de Estudos Japoneses (ABEJ), convidou a todos para a palestra do lançamento do livro “As origens do investimento japonês na Ásia”, de autoria de Silvio Miyazaki.
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Silvio Miyazaki é professor do Departamento de Economia e pesquisador do Grupo de Estudos de Ásia Pacífico da PUC-SP. Foi pesquisador visitante na University of Tokyo, School of Oriental and African Studies (Londres), George Washington University e no Institute of Developing Economies (Japão). É autor de publicações sobre integração das economias do Leste Asiático.
Os investimentos japoneses, no período entre o início do século XX e a Segunda Guerra Mundial, conseguiram estabelecer uma base industrial no Leste Asiático, que contribuiu para a posterior industrialização e o desenvolvimento dessa região no pós-guerra. Com a leitura do livro, o público geral pode tomar contato com uma parte da história econômica da Ásia e os pesquisadores encontram uma detalhada análise da influência econômica japonesa nessa região.
O primeiro capítulo do livro discute a influência da modernização e das relações internacionais do Japão no período Meij para a caminhada das empresas japonesas ao exterior. Os quatro capítulos seguintes analisam os investimentos japoneses na China, Coréia, Manchúria e Taiwan.
O livro é fruto da tese de doutorado em Economia defendida pelo autor na Fundação Getúlio Vargas em São Paulo, resultado de pesquisas com informações e dados coletados pelo autor no Japão e nos Estados Unidos.
Foi publicado pela Editora Annablume com auxílio da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo).
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Prof. Alexandre Uehara (ABEJ) contribuiu com comentários sobre as relações econômicas Brasil-Japão, destacando a evolução dos investimentos diretos estrangeiros (IDE) japoneses no Brasil, mas focando principalmente nos fluxos de capitais da década de 1990 e nos primeiros anos do século XXI.
Foi abordado também alguns aspectos dos empreendimentos de empresas brasileiras no Japão, que representam um novo estágio no relacionamento bilateral.
Perfil Professor Alexandre Uehara |
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DOUTOR EM LINGUÍSTICA APLICADA AO JAPONÊS
(21/12/2009)

No dia 4 de dezembro p.p. o nosso ssociado Yûki Mukai obteve o título de Doutor em Linguística aplicada na Unicamp,
defendendo a tese "A interlíngua dos aprendizes brasileiros de língua japonesa como LE, com enfoque no uso das partículas wa e ga".
Yûki Mukai é docente da Universidade de Brasília (UnB).
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XX ENPULLCJ e VII CIEJB
(27-28/08/2009)

Com o tema "Para além do Japão: Brasil, Canadá e França",
O XX Encontro Nacional de Professores Universitários de Língua, Literatura e Cultura Japonesa e o
VII Congresso Internacional de Estudos Japoneses no Brasil atraíram um público recorde de espectadores e estudiosos de todo o país.
Confira as fotos do evento!
| Professoras de várias universidades brasileiras |
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| O público fez fila na recepção e lotou o auditório Kensuke Tamai |
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| Parte dos membros da comissão organizadora do evento |
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